quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sentimento Nacional

Não prestei serviço militar.
Não gosto da ideia de me submeter aos gritos de um sargento.

Não abro a boca durante a execução do Hino Nacional.
Não respeito pedaço de pano verde e amarelo.

Nosso hino é como uma oração, repetida por todos com a mão no peito, cheios de orgulho e com expressão facial cênica, porém, sem a compreensão do significado de cada frase.

Aprendi, mesmo que, talvez, erroneamente, que o amarelo da nossa bandeira representa a riqueza do país. Mas, e daí? Eu nunca vi mesmo a cor desse dinheiro...

Ordem não se faz com a malandragem da qual nos gabamos.
Progresso não se faz com mente fechada e sem pensamento crítico.

Voto não é um direito do cidadão. É um dever!
Eu quero é o direito de não votar!

A única comemoração verdadeira de independência acontece no dia 4 de julho.

Liberdade de expressão? Depende de quem expressa!
Liberdade de comportamento? E as convenções sociais?
Liberdade é ilusão!
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sábado, 20 de novembro de 2010

Como é o seu deus?

De acordo com a religião, deus nos fez à sua imagem e semelhança. Mas todos sabemos que, com a impossibilidade de se acreditar no absurdo deus bíblico, muitos criaram seu próprio modo de imaginar deus - tamanha necessidade do ser humano de se apegar em algo superior para se "manter de pé" nesse mundo. E, acreditem, eu entendo essa necessidade.

Mas há um problema muito grande quando se cai na real. Quando você percebe que não há, de forma alguma, uma força superior atuando na sua vida (bom, até existe. Mas ela não é assim tão positiva).

É nessas horas que muitos atribuem determinadas coisas como sendo deus. Quem nunca ouviu a frase
"deus sou eu, é você, somos nós, é a natureza, é a chuva que cai, o vento que sopra...deus está em todas as coisas..."
??? Digamos que este é um deus mais fácil de acreditar. Já que ele não me promete coisas, eu não tenho como confirmar sua não-existência através de suas promessas não cumpridas, certo?
Bom, por este lado o panteísmo é uma fuga interessante.

O que muitos não percebem é que existem "deuses" mais atuantes em suas vidas. E sobre estes, é difícil achar alguém que não sinta suas presenças (soou bem música gospel esse trecho em vermelho, hein?).

Deus pode vir em cápsulas de caixas com tarja preta, engarrafado e bem gelado, enrolado em palha, em pó, injetável...

Essa é a felicidade para muitos, e muitos destes "muitos" atribuem essa felicidade a deus. Mas por quê? Porque eles se acham merecedores da "bem-aventurança" dele simplesmente por se dizerem crentes, ou porque vão à igreja todo fim de semana. Então, o bom deus os fazem felizes e bem sucedidos porque eles repetem palavras que não percebem o sentido e não as praticam.

E daí??

E daí que eu queria vê-los felizes sem seus vícios. Quero ver alguém bater de frente com o mundo sem se apegar aos vícios... vivendo apenas do deus imaginário, sem o deus químico.

SIM!! Porque todos nos causam o mesmo efeito. Todos os deuses são fuga. Seja ele o clássico deus imaginário ou o deus químico. É só questão de escolha, de ver qual faz mais efeito em você e te traz mais benefícios momentâneos. Mas não conheço ninguém nessa vida REALMENTE feliz só com o deus imaginário. Posso dizer isso porque tenho próximo a mim essa pessoa sem vícios, porém com a crença religiosa, e ela é infeliz! Só de olhar no rosto eu vejo a sua vontade de encontrar o mais rápido possível com o deus que ela acredita que vai encontrar mas não vai!! E ela fez escolhas erradas acreditando nas pessoas e acreditando em deus. Porque a crença dela a ensinou que ela teria retorno. E ela se diz certa de que está tudo bem. Mas por que então ela é tão VISIVELMENTE infeliz??
A grande verdade é que essa mentira destrói vidas. E vem deste ponto toda a minha revolta contra o princípio dessa coisa. Destruir vidas através do medo do desconhecido é um golpe muito baixo.

Eu acredito sim, que se você é feliz com deus, é porque o encontra através de outros meios.

Cansei de conviver com gente que se diz feliz e me acha o maior fracassado - e usa isso pra me ofender - mas quando não estava sob o efeito do deus químico, só sabia reclamar, se dizer infeliz, um peso para a família, e que queria se matar!! Mas e daí??? O que importa é que ela é feliz no orkut!

Minha vida não é on-line. E off-line a vida é cheia de altos e baixos. E na hora dos baixos, o não-super-homem aqui já recorreu a deuses químicos. Dos mais comuns. Destes que se bebem gelado, com limão e com Coca-Cola. (claro que isso é só um exemplo. Não costumo beber porque estou mal. Bebo porque gosto)

A diferença?

Não me iludo. Muito menos, tento iludir alguém. Eu sei que eles são momentâneos. Que o efeito deles vão passar e eu vou ter que seguir minha vida no dia seguinte sem falsa felicidade de orkut, com o pé bem grudado no chão, com altos e baixos, como é PARA TODO MUNDO. Meus deuses não são placebo. Muito menos são para passar uma falsa boa imagem para minha família e pessoas que me "adotaram" como parentes ou amigos. Meus deuses são bem reais e como todo deus, em exagero, fazem mal!

A ideia de deus pode ser usada, então, para suprir a necessidade que temos de encontrar apoio em alguém, mas como "somos" orgulhosos demais para apoiarmos uns aos outros - porque criamos a ditadura do otimismo e da felicidade - precisamos de usar esse ser que nos ouve e não conta pra ninguém que estamos mal.

Confesso que sou capaz de sentir PAZ dentro de uma igreja, quando vejo todas aquelas pessoas virando os olhos para o céu e colocando a mão no coração após receberem o "cordeiro de deus" (que tira os pecados do mundo). Estas pessoas realmente já me fizeram sentir esperança no ser humano com atos falsos e automáticos como esses.

Mas é também inegável que, ao sair daquela construção em forma de chapéu de palhaço, basta olhar em volta e ver que aquilo foi só uma cerimônia, um ritual, que ao ser passado de geração em geração, perdeu seu sentido e seu poder de sensibilizar as pessoas.

E depois disso tudo, volto eu para o meu mundinho de pessoas cheias de deus misturado com ódio (e gelo), trapaceando e subestimando os outros, com o ego inflado... ou seja, pessoas normais, com muito deus placebo, muito deus químico, e pouca humanidade.

OBS.: " deus" está escrito com letras minúsculas de forma consciente
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O que os outros pensam quando você diz que não tem religião?

As pessoas não deveriam precisar de religião para praticar coisas boas, porém, se não houvesse religião, e as pessoas fossem educadas a praticar o bem simplesmente por bom senso, por respeito ao ser humano, respeito ao outro, será que elas obedeceriam?

Afinal, mesmo com a técnica do medo usada pela religião isso não funciona. Pegando um religioso como exemplo, ele defende com unhas e dentes sua religião. Acha que qualquer pessoa capaz de questionar sua crença é uma pessoa de má índole. Ele não consegue se imaginar questionando a existência de deus ou dos ensinamentos de sua religião. Isto tudo leva a crer que este religioso em questão é alguém com uma moral exemplar e um senso de justiça e conduta exemplares, não é mesmo? O imaginamos como alguém com virtudes extraordinariamente exemplares visto que é isso que sua religião "teoricamente" prega, e que ele não consegue desassociar boa índole de crença. Logo, se ele crê, ele é boa pessoa.

Mas, se olharmos criticamente para a vida e as ações deste religioso em questão, encontraremos comportamentos altamente condenáveis sob o ponto de vista de sua religião.

Provavelmente este religioso julga os outros pela aparência; provavelmente tem uma visão estereotipada sobre os outros, provavelmente trai (e conta tal proeza para seus amigos também religiosos em uma mesa de bar). Se tivesse que trapacear para levar vantagem sobre alguém em uma vaga de emprego, assim faria (ou em qualquer outro tipo de situação). Entre tantas outras coisas que são "rotineiras" do ser humano que eu poderia citar aqui, porém, são contra as "regras divinas".
Como explicar, então, o fato de esta pessoa lutar tanto a favor de uma crença que nem ela mesma respeita???

Não é tão difícil entender.

Religião, é hoje, um hábito. As pessoas cresceram com ela. Foram acostumadas pelos seus pais a irem na igreja todos os domingos (e muitos, nem isso). O que faz as pessoas se sentirem tão ofendidas com o fato de alguém questionar sua religião, é o mesmo motivo que faz esta mesma pessoa reagir contra quem xinga o seu time do coração. Religião, nada mais é do que um rótulo que ele tem que defender a todo custo, porque nasceu com isto, e vai defendê-lo até a morte.

Descrevendo, hipoteticamente, nosso religioso:

  • é homem,
  • é flamenguista
  • é católico.

E qualquer dúvida que eu colocar em relação a qualquer uma destas questões, ele regirá furiosamente contra mim. Mesmo que ele nem acompanhe futebol, por ser brasileiro, automaticamente ele escolhe um time para falar que torce. E vai discutir com qualquer vascaíno que o desafiar para um debate sobre futebol. Assim também, ele se diz católico, porque faz parte de nós, brasileiros, termos uma religião (mesmo sem nunca ter entrado numa igreja). Irá também ridicularizar qualquer protestante que bater na sua porta para tentar "convertê-lo" (repito: mesmo sem nunca ter entrado numa igreja católica).

Pessoas defendem coisas que nem elas sabem por que estão defendendo. Não estão defendendo, no fundo, sua religião, seu deus, seu time, a moral e os bons costumes... estão defendendo a cultura a que foram involuntariamente inseridos. Nunca pararam para pensar criticamente e imparcialmente sobre tais assuntos. Apenas cresceram com eles, graças a pais também ignorantes.

A simples ideia de se afastar de uma religião (que ele nunca praticou) é chocante para ele.

Minha conclusão sobre isso tudo:

Um mundo sem religião seria, de acordo com muitos defensores dessa "coisa", um caos. Todos passando por cima de todos, fazendo o que bem entendem...porque esses defensores da religião veem nela uma forma de controle. Mas se olharmos para o mundo, ele não está sob controle. Inclusive os religiosos não estão sob controle. Então, eu até veria como benefício ter a religião como uma forma de controle. Mas, como a realidade é diferente, e nem os religiosos não colocam em prática aquilo que pregam, não vejo motivo para esta coisa existir.

Um mundo sem religião não seria tão diferente de um mundo com religião (talvez com menos guerras - o que seria benefício).

Até porque, é sempre bom lembrarmos o seguinte: para que existe justiça dos homens, se os homens se acham tão dentro das "normas divinas"? De qualquer forma, com ou sem religião, teríamos a justiça dos homens, responsável por punir aqueles que não respeitam o espaço ou a vida do outro. Ninguém deixa de matar porque está nos Dez Mandamentos. A pessoa não faz isso porque será preso, vai para a cadeia!

E, para terminar, uma coisa que gostaria que todo mundo que ler isso aqui "refletisse": já repararam que só há 2 coisas que criminosos respeitam? São elas: suas mães, e ......... deus! Irônico, não?

OBS.: Lembrando sempre que a palavra "deus" está escrita toda com letras minúsculas de forma consciente.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

O valor que damos às coisas e às pessoas (ou não)

Hoje eu estava pensando sobre aqueles raros momentos na nossa vida em que nos sentimos útil pra alguém, a ponto de recebermos algum tipo de retribuição por isso.

Não me recordo de muitos casos desses na minha vida, porque aconteceram poucos mesmo. Mas acho que isso pode explicar uma ideia que eu tenho de que, quando se desprende de algumas crenças que prometem uma vida melhor depois da morte, a gente passa a ser mais humano. Antes eu acreditava que ser bom me levaria para algum lugar depois desta vida, e isso me confortava. Hoje, que não acredito mais nisso, às vezes fico pensando "afinal, vou passar um tempo aqui e depois acabou?"... dá uma sensação ruim pensar isso, mas, ainda assim, é nisso que acredito hoje.
E, talvez por isso, eu comecei a achar graça em coisas que antes passavam despercebidas, como quando eu me sinto bem por ter podido ajudar alguém.

Então, me lembrei de uma história que me aconteceu quando eu trabalhava com celulares. Celular, hoje em dia, é quase que uma parte da vida da pessoa. Se a pessoa perder determinado tipo de dados no seu aparelho, provavelmente aquilo vai causar algum tipo de mal-estar para ela.
E era engraçado como eu me sentia às vezes com uma responsabilidade tão grande nas mãos por estar mexendo com uma coisa tão simples...uma coisa material. Mas isso se deve ao valor que damos a esses aparelhos eletrônicos - valor até justificável muitas vezes. Lembro que eu pensava "já pensou se eu fosse um médico tentando salvar uma vida? Eu não teria estrutura para isso" - e não teria mesmo.

Mas, num certo dia, chegou um rapaz lá na loja com um aparelho que estava com um problema que eu não me lembro qual era, e ele estava precisando muito resolver aquele problema naquele momento. Então, eu fiz o que tinha que ser feito no aparelho dele, e era algo tão simples que, naqueles casos, nós não cobrávamos por aquilo. Era como tirar o código de segurança padrão do celular dele...desabilitá-lo. E eu fiz aquilo ali na hora pra ele, não fiz como outros técnicos fazem (fingem que é algo mais sério e cobram o serviço).

Terminado o que tinha que ser feito, ele quis me pagar de qualquer forma. Me elogiou, e insistiu em me pagar! E eu tive que receber a "gorjeta", porque ele não parava de insistir. Eu ainda queria lembrar quem era a pessoa, porque era alguém que eu não conhecia. E eu ainda queria retribuir essa boa ação, por causa da raridade com que isso acontece.

Foi um dia como poucos na minha vida, em que eu me senti útil e valorizado, não só financeiramente, mas como ser humano. Porque a maioria das pessoas que me elogiaram quando eu trabalhava nesta loja, direcionaram o elogio à minha paciência e educação com elas (coisas que eu sempre tive com as pessoas e, quase sempre, só recebi o inverso). E é importante dizer que, nessa época, eu estava explodindo por dentro, de rancor, de decepção pelo mundo e pelo que este "mundo" me prometeu e não cumpriu.

Foi num mundo de gentilezas assim que eu fui educado a acreditar, por isso tive a grande decepção ao ver que aquilo era apenas um mundo idealizado por todos e não praticado por ninguém. Neste tipo de acontecimento, a vida cala a minha boca! São casos raros, mas é muito bom sentir a vida calando a minha boca! É muito melhor que me calem por eu ser um realista, do que tomar tapas na cara por ser um inocente otimista.
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sábado, 2 de outubro de 2010

Política - Voto NULO porque tenho esse direito.

Fico olhando aqueles debates políticos e vendo o quanto essas pessoas são inteligentes. Fazem perguntas para eles que eu penso "nessa ele tá fodido", e eles respondem na maior tranquilidade. Fico impressionado! Além do mais, eles parecem ser pessoas dotadas de um conhecimento geral, sobre qualquer assunto. Eles dão detalhes sobre qualquer tipo de situação. Sem falar que conhecem o "sistema" político de uma forma impressionante (claro que é obrigação deles saberem, mas quem já tentou entender como funciona, sabe como é difícil - eu já tentei e desisti, mas eu não sirvo de base para nada, né? ¬¬ )!

Fato é que, com essa inteligência toda, por que eles não fazem o que prometem quando estão no poder? Não vou citar possíveis e visíveis motivos aqui. Só estou questionando porque acho um absurdo que essas pessoas têm a inteligência e o poder para fazer algo de bom pelos outros e não fazem. Simplesmente porque são pessoas "comuns", destas que quando estão "por cima"e não precisam mais dos outros, os jogam fora como lixo! É assim que somos ensinados pelo mundo e pela nossa cultura da "malandragem brasileira" que "nos" orgulhamos tanto!

Sim, porque durante as eleições eles ficam fazendo aquelas babaquices de abraçar idosos, pegar crianças no colo, abraçar pessoas "de cor" (é tão difícil tocar nesse assunto, porque qualquer nome que eu usar aqui sempre vão achar ruim)...ou seja, teoricamente minorias e pessoas que sofrem preconceitos.
E, ironicamente, são estes os que menos percebem que quando esses políticos estão no poder, se esquecem deles.
Aliás, acho uma piada as pessoas brigarem por política. Até futebol eu acho mais perdoável que se brigue do que política. Porque políticos são pessoas que ganham para melhorar nossas vidas, e eles não fazem isso pelo simples fato de não querer fazer. E os trouxas ficam brigando por causa deles.

E as frases usadas para fazer a lavagem cerebral?

"Voto é coisa séria"


"Votar é exercer o seu direito de escolher seu governante"


Coisa séria? Ah, sim...o voto, né? Depois, quando eles ganham é que vira palhaçada. E que direito é esse? Eu sou OBRIGADO a votar! Não tenho direito. Ter direito é quando eu posso optar por fazer ou não.

Mas povo burro não percebe que isso é lavagem. Principalmente quando dizem que votar NULO é uma coisa errada. E o povo absorve estas coisas com uma facilidade incrível!
Ainda acho que falta muita atitude nas pessoas. Mas o que se pode fazer quando se vive em uma cultura onde questionar é considerado coisa de adolescente? Ser adulto na nossa cultura é aceitar tudo que é imposto calado, não ser "chorão". E aí caimos naquela frase clichê: todo povo tem o governante que merece.
Não dá pra não concordar com isso.




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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Eu entendi o ensinamento de Jesus Cristo! E você?

Quando eu era religioso, eu ficava muito ofendido quando outro religioso dizia frases do tipo "Deus é muito bom pra mim", "Deus me recompensou"...um simples "graças a Deus" era o suficiente para me deixar assim. Mas por que diabos eu ficava tão ofendido com isso?
"Ora, se Deus faz isso pra ele, por que não faz o mesmo por mim?" - era o que eu pensava imediatamente.

Um certo dia, me dei conta que as pessoas apenas creditavam a Ele tudo de bom que acontecia em suas vidas. Já as coisas ruins, eram creditadas ao "mau olhado" da vizinha, a macumbas, a colegas de trabalho "mal amadas"... (não são expressões que gosto de usar. Eu as odeio, na verdade. Mas são coisas ditas pelas pessoas - incluindo religiosas - que vivem pregando o amor e blá blá...enfim, isso é outro assunto).

Fato é que eu nunca acreditei em superstições, capeta, mau olhado...essas coisas. Por essa razão, sempre procurei outras explicações para os acontecimentos ruins da minha vida. Aliás, sou tão avesso a superstições que, quando vejo uma escada, faço questão de passar debaixo dela para ver se menos com menos dá mais. Mas matemática, na minha vida, nunca foi uma coisa assim tão EXATA. Portanto, neste caso, não foi diferente.
Como escreveu o Thom Yorke: 2+2=5. E eu ainda acrescento: 2+2 dá qualquer coisa! Só não dá 4! Não para mim!! O elemento surpresa está sempre presente!
Mas isso também é outro assunto...

Voltando, então, à "grande" questão: "Por que o Deus dos outros é diferente do meu?"..."Será que ele também só atende 3 desejos e estes já se esgotaram?".

Mas cheguei a uma conclusão: Jesus Cristo veio aqui para mostrar para nós, pobres fodi...pobres mortais, como deveríamos agir e o que ganharíamos com isso. Segundo a Bíblia, ele veio, praticou o bem e o que aconteceu com ele??? O que ele ganhou com isso???
Se deu mal!!! (para pegar leve com as palavras)
O próprio Jesus Cristo questionou Seu Pai por que Ele não tinha feito nada ali, naquela hora, para evitar tal situação. E, segundo conta a Bíblia, morreu! Se deu mal! E Ninguém fez nada! Ninguém com "N" maiúsculo, entendeu??

Que lição, então, nós tiramos disso, pobres mort...pobres fodidos?
Que a história da Bíblia nos conta uma verdade: seja bom, pratique o bem, ame os outros mais do que a si mesmo e... você se fode!!
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O relógio de deus está sem bateria.

"Menino, entregue tudo nas mãos de Deus que Ele sabe o que faz!"
Deus sabe o que faz?
Como?
Eu ouço essa frase desde criança.
Hoje não sou mais menino...sou um homem.
E continuo ouvindo isso.
E nada mudou!

"É que não chegou a hora ainda. Deus sabe a hora certa!"
Mas que hora será?
Se ele realmente soubesse, a hora já tinha chegado.

"Mas é que Deus escreve certo por linhas tortas!"

Se deus realmente soubesse do que falo;
se fosse capaz de me ouvir desde quando eu tento fazê-lo me ouvir;
se recebesse minha vida como eu a entreguei para ele um dia;
Ele saberia do que preciso e do que tanto reclamo.
Ele, portanto, sabe que já agora está tarde.

Deus saberia, aliás, da condição humana.
Saberia do que é feito um homem.
E não deixaria um que até então acreditava, mudar de postura, mudar de lado!
E se deus escreve certo por linhas tortas,
quem sabe, então, eu não tenha me acidentado numa destas curvas e morri para o mundo?
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Uma Análise do Discurso Acadêmico Como Potencializador do Status Dentro da Instituição de Ensino, à Luz da Representação do Doutor no Contexto Social

Calma! Antes de qualquer coisa, o título dessa postagem é uma encheção de linguiça sem sentido. É apenas para parodiar o próprio padrão de escrita usado nos títulos das teses de doutorado.

Por que Teses de Doutorado têm que ter títulos gigantescos e que não explicam o objetivo da tese por si só?

Enfim...

Acompanhei essa semana um Congresso de Letras, Artes e Cultura que aconteceu aqui na Universidade. Esteve muito bom, foi produtivo de certa forma.
Mas uma coisa me chamou muito a atenção!
Pessoas criam teses e dissertações sobre coisas mais absurdas. Uns veem coisas onde não tem; outros, criam fórmulas matemáticas absurdas para falar sobre linguagem. As fórmulas começam a girar na tela como hélices e o autor compara isso tudo com a obra de um escritor famoso! Como assim???

De certa forma, acho que isso me tranquiliza um pouco em relação a tentar mais tarde um doutorado.

Outro fato que me chamou bastante a atenção foi o grande número de pessoas que estudam sites de relacionamento, instant messengers, essas coisas... são coisas muito curiosas que eu realmente não imaginava que alguém conseguisse "bolar" um estudo em cima dessas coisas. Até imagino um estudo sobre esse tipo de coisa, mas não da forma que foi abordada.

Bom, explicando a grosso modo o título desta postagem, o que eu quis dizer foi que os mestrandos, doutorandos, ou doutores, parecem sempre querer fazer questão de tornar suas explicações complicadas para parcerem gênios de intelectualidade inalcançável. É um modo de se valorizarem e de valorizarem o título "pomposo" que carregam. E comparei isso ao status que eles, por terem tal formação grandiosa, ocupam na sociedade.

Ou seja, o que vemos dentro da Universidade é o reflexo do que vemos fora dela. Pessoas usam-se de artifícios para se sobressairem em relação aos demais. Para parecerem pessoas melhores do que realmente são. Como semi-deuses mesmo (digo "semi" porque normalmente eles, mesmo com tanto orgulho, conseguem ainda se colocar abaixo de um ser superior que eles acreditam).

Apesar disso, tenho que ressaltar que isso me parece ser a minoria ali. Muitas pessoas estão ali defendendo mesmo uma melhora de vida e um maior crescimento profissional. Estabelecem assim, uma boa relação com os "meros mortais" mostrando-se humildes no seu contato com eles.
É uma troca muito interessante de informação.

É claro que como o blog se propõe a fazer críticas, a intenção era mesmo criticar o ego de muitos desses profissionais. Mas, neste caso, não poderia ter deixado de fazer a ressalva, que aliás, sempre que tenho a oportunidade, gosto de fazê-la.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Seria Deus o "fator externo"?

Existe alguma força superior no mundo. Todo mundo a sente, e cada um a chama por um nome diferente, dependendo de sua crença. Uns chamam de Deus, outros chamam de sorte, outros de acaso, outros de destino, outros de força de vontade... enfim...

eu, particularmente, chamo de fator externo.
Explico: se eu gosto de uma mulher, eu tenho que dar o primeiro passo e me aproximar dela.
A partir daí, muitas coisas diferentes podem acontecer:

  1. ela pode sair fora e nem deixar que eu fale com ela;
  2. ela pode deixar que eu fale e me dizer um "NÃO";
  3. ela pode deixar que eu fale e me dizer um "SIM";
  4. ela pode fazer "cu doce" e depois dizer "SIM";
  5. ela pode dizer "NÃO" até que eu parta pra cima e ela deixe acontecer...

entre outras tantas possibilidades.

Fato é que eu não controlo qual destas opções de 1 a 5 acontecerá. Isso já não é mais minha parte. É o fator externo. Eu controlo a mim mesmo, mas o outro, infelizmente, não!

Muitas pessoas tentaram me convencer, durante a minha vida, que eu sou o único responsável por tudo aquilo (e aquelas) que não conquistei. Falam que não tive força de vontade, que espero que as coisas caiam do céu sem esforço... enfim, pessoas que mal me conhecem e não viveram metade do que vivi tentam destruir minha auto-estima ao invés de tentar "clarear" as coisas pra mim. A outra parte fala sobre vontade de deus, que ele sabe a hora certa de tudo...ou o destino.

Realmente eu resolvi desistir de algumas coisas antes de me empenhar mais. Mas em outros casos - a maioria - quem resolveu meu futuro mesmo foi o fator externo - aquilo que eu não posso controlar. Seria deus o fator externo? Seria o meu destino ser quem sou, mesmo sendo muitas coisas que eu não queria ser? E não estou tentando justificar minhas derrotas não. Todo ser humano livre de hipocrisia consegue ver até onde ele pode ir, e a partir de onde ele não tem mais controle sobre sua própria vida. É quando sentimos essa COISA multi-nomes fazer o seu papel.
Imagina se bastasse querer e se esforçar para alcançar sucesso. Todo mundo viveria bem, seria rico, feliz... chega a ser até uma "filosofia de vida" inocente achar que isso é verdade!

Tem um outro lado também. Aqueles que sempre alcançaram tudo com muita facilidade e gritam pro mundo que "fizeram por onde" para conseguirem tudo que têm! Mais uma vez, eu digo: o fator externo foi bom com eles.

Não estou desmerecendo ninguém, nem "arrumando desculpas" para aquilo que não tenho! Só queria que as pessoas tivessem um olhar mais crítico.

Só acho realmente muito triste que as pessoas não aprendam a olhar para os lados para aprender que a vida não é uma fórmula matemática. Talvez esteja mais para uma fórmula de farmácia, cheia de contra-indicações.

* OBS.: "deus" está escrito com letras minúsculas de forma consciente.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ter um filho!

Eu queria ter um filho.
Para que ele fosse aquilo que eu não fui.
Eu o ensinaria a jogar futebol, andar de bicicleta e jogar videogame para fazermos isso juntos.
Ele seria educado, porém, não otário.
Eu o faria surpresas e essas coisas que pais modernos fazem.
Evitaria fazê-lo sofrer, chorar e sentir solidão.

Falaria com ele sobre mulheres: como elas se dizem ser, e como realmente são.

Conversaria muito com ele. Não deixaria que ele se sentisse incapaz e frustrado.
Tentaria fazê-lo ser o tipo padrão de sua geração, o que me faria sofrer, mas o faria feliz.
Meu filho conversaria com as pessoas, e sorriria... (de verdade)
Ele teria tudo que eu não tive, se eu pudesse dá-lo.
E, assim, eu o privaria do gosto amargo que eu sinto constantemente na minha boca.
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terça-feira, 20 de julho de 2010

Concordo: eu estou sempre errado!

Quanto mais tempo eu passo nesse lugar, mais eu aprendo o que eu não queria.
Quanto mais eu penso positivo, mais coisas negativas acontecem, e mais pessoas tentam me convencer de que eu preciso pensar positivo para que as coisas deem certo.
E são estas mesmas pessoas que, na maioria das vezes, me colocam pra baixo, me colocam defeitos, falam que estou sempre errado ou que eu mereço tudo de ruim que acontece comigo...e essas pessoas muitas vezes são quem eu chamo de "amigos"... e normalmente são pessoas que não passaram pelas experiências ruins que passei.

Porque mesmo que todos neguem, eu tenho comigo isso como certeza: experiências ruins são capazes de ensinar mais do que as boas. Porque as ruins nos ensinam a entender a vida sob o ponto de vista dos outros. As boas, quase sempre só nos ensinam sobre nós mesmos.
Alguém que nunca teve que recomeçar a vida, nunca entenderá o outro. E nunca entenderá que querer não é poder. Nunca será questionador de si mesmo e da própria vida; só questionará o outro.

E ao perceber que dar risada de si mesmo não tem graça nenhuma, aprenderá que não tem graça dar risada das desgraças dos outros.

Não acho que temos que ser sisudos quando crescemos, para parecermos adultos.
Mas é inevitável perceber que rir o tempo todo só é possível para uma pessoa irresponsável, normalmente um adolescente. Risadas, aliás, que muitas vezes estão escondendo mágoa, rancor, insegurança, medo...

O brasileiro é um povo feliz justamente por ser um povo triste. Somos instruídos a esconder a dor com falsos sorrisos idiotas.
Sinceramente, não é pra mim.
Não quero estar com gente que só me quer quando eu estiver bem.
E reafirmo: foi sempre que eu estava na merda, que conheci as melhores pessoas.
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domingo, 4 de julho de 2010

Julgo porque julgam

Por que será que eu julgo tanto as pessoas?
Por que será que eu tenho essa mania irritante de olhar para todo mundo e encontrar comportamentos questionáveis?

A resposta é mais simples do que se imagina. Aliás, é tão simples que eu não deveria nem ser questionado sobre isso: critico os outros porque cresci sendo criticado por eles.
É a filosofia de vida "Eminem"(aquele rapper branco). Lembro de uma vez ter lido que ele falou que o que ele faz é devolver aos outros tudo que fizeram com ele durante sua vida. E é isso mesmo. Ninguém se torna questionador de graça. A partir do momento que se é questionado, você procura saber por que você está sendo tão questionado. E essa procura o leva a que?? Questionar!!

Eu não critico roupas. Não falo que "fulano" é ruim porque combinou uma meia rosa com uma camisa amarela e, além disso, está chupando um pirulito que deixa a língua azul. Isso, além de não ser um comentário muito masculino, não muda nada no mundo.

Minhas críticas são sobre comportamento. São contra o orgulho e o ego das pessoas. Porque acho que isso muda SIM a relação delas com o mundo e COMIGO. O mundo estaria um pouco melhor sem ego (egoísmo, egocentrismo)! E a minha vida também estaria.

Sendo assim, minha filosofia de vida: eu não posso mudar o mundo e as pessoas, mas eu posso devolver a elas os reflexos de tudo que fizeram e fazem comigo direta ou indiretamente. Inclusive coisas boas, se me fizerem coisas boas. ;-)
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Mulheres e seu Universo Paralelo

Não vou falar sobre a parte física de uma mulher. Isso é indiscutivelmente admirável e fica parecendo coisa de adolescente querendo se auto-afirmar.

Tem um pouco a ver com a postagem anterior. As mulheres são as mais "atingidas" por essa inocência de ver a vida como ela não é.

Raramente uma mulher sente o peso nos ombros quando chega a hora de crescer. Para as mulheres, cresce-se quando crescem os seios, aprende-se a maquiar, aprende-se a beijar, e quando se perde a virgindade. Tanto que existe a expressão "virou mulher" para esta ocasião. É uma expressão antiga, mas o sentido que ela carrega tem tudo a ver com o que estou falando e ainda vale na cabeça das mulheres (ditas) modernas.

Mas, "mulheres modernas"?
Nem acho que são.
Ainda vejo muitos jogos nas suas atitudes.
Não são assim tão cheias de atitudes...

essa que é a verdade.

As mulheres associam atitude e modernidade no ato de contrariar o senso comum. Mas este senso comum contrariado por elas, é o senso comum de suas bisavós. O que elas fazem, hoje, é simplesmente construir o senso comum. E este, por sinal, nem está tão mudado assim. O que se faz, é muito barulho, somente.

A mulher é moderna na hora que convém. A maioria das mulheres que se dizem independentes, procuram um homem rico para se relacionar. Por que o homem precisa ser rico? Ela não dá conta do recado sozinha? Ela não é independente?

O mais comum é ver uma mulher dirigindo - com o nariz empinado - o carrão de um marido rico. Também é comum ouvirmos elas dizerem "meu namorado/marido é dono de uma empresa [...] ele é doutor [...]". As mulheres se habituaram a crescer sem o peso de terem que construir suas vidas. Cresceram acostumadas a "tirar onda" com aquilo que não as pertence; com aquilo que elas não lutaram para conseguir. Muitas não trabalham desde cedo (para o homem é mais vergonhoso não trabalhar), e quando ficam mais velhas, já começam a caça por um homem que possa sustentá-las quando os "pais" não o fizerem mais. Na maioria das vezes, até os estudos; a faculdade, são pretextos para outras coisas (festas, status), e não visando uma melhoria financeira necessária, porque nem sempre elas realmente necessitam disso (já que quem necessita é o homem escolhido por elas).

Isso explica o porquê de a grande maioria das pessoas que usam frases-otimistas-prontas serem mulheres. É muito mais fácil para elas dizerem coisas como "você tem inveja de mim", "é feliz quem merece", "Deus capacita os escolhidos", "a fila anda", "tá com inveja, entra na fila".... e muitas outras coisas que se vê em orkut e se ouve por aí na rua, e até pessoalmente e diretamente, porque não sabem como é difícil e custa caro ter as coisas.

ALGUMAS costumam crescer quando tem filhos. Acho que o sofrimento que começa na gravidez e continua com a dificuldade e responsabilidade de se criar um filho, dá um "tapa na cara" de muitas. Mas ainda acho que, hoje em dia, a maioria nem isso sente. Afinal, se o namorado (normalmente o pai do namorado) tiver dinheiro, o peso (ou não) de um filho é sentido (ou não) por ele.

Observação: é importante dizer que, quando se faz uma crítica, faz-se baseando-se nos padrões. Existem exceções, mesmo que nesse caso a palavra exceção talvez esteja sendo usada na ocasião em que ela mais significa!

E, apesar de tudo, tenho conhecido mulheres com cabeças mais admiráveis ultimamente. Nunca pensei que uma Faculdade fosse me colocar em contato com mais pessoas deste tipo do que eu encontrei durante minha vida. Mesmo que a própria faculdade destrua cabeças antes admiráveis e as transforme em abomináveis, ainda é possível encontrar mulheres que realmente valem a pena ter uma boa conversa ou algo mais.

E é uma pena que, apesar de tudo, o aprendizado e os "tapas na cara" nos fazem muito mais seguros sobre o que as mulheres têm de ruim, do que o que têm de bom.

E parabéns às EXCEÇÕES (com maiúsculas, tamanho o significado dessa palavra nesse quesito)!
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Cicatrizes

Pessoas sem cicatrizes se tornam pessoas inocentes.
Acham que querer é poder, mas não veem que é porque sempre têm alguém a quem recorrer. É muito fácil condenar a fraqueza nas pessoas quando você está forte. Ou talvez, você condena a fraqueza no outro porque você NÃO É FORTE também. É aquela velha história de chamar a atenção para um "defeito" do outro porque, enquanto estiverem olhando para ele, não estarão vendo esse mesmo defeito em você.

Eu realmente acredito que algumas pessoas são realmente fortes por dentro. Eu percebo isso em muitas pessoas. Mas ainda acho que, para ser assim, você precisa "trabalhar sua mente" de uma forma muito disciplinada. Mas acho também, que isso traz uma certa visão "mágica" sobre o mundo. A pessoa se torna tão inocente a ponto de achar que felicidade e sucesso são coisas que você consegue pelo simples fato de querer. É a "filosofia" do "querer é poder", "quem quer, consegue"... pura bobagem.

Mais uma vez eu digo: pessoas que tem essa filosofia arrogante de vida só não percebem uma coisa. Elas têm a quem se apegar (e não é Deus). Elas sabem que serão ajudadas pelos pais, por avós, por outros parentes ou conhecidos quando precisarem. Não são seguras de si, como gostam de se orgulhar. Elas são seguras de que têm a quem recorrer!! E É ISSO que as dá a segurança de dizer que são perfeitas, que são melhores, e que os outros morrem de inveja delas.

E isso nem sempre muda. Se a pessoa nunca se deparar com a necessidade de construir a sua vida do zero, sem um apoio financeiro de outros, ela nunca vai mudar. Se ela ganhar tudo de "mão beijada", ela vai ser eternamente inocente em relação ao mundo. E vai continuar achando que fracasso e derrota são coisas para gente preguiçosa e indisciplinada. E muitos nunca se deparam com essa verdade e morrem felizes. Bom para eles...ruim para quem teve que aturá-los durante a vida dura.
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